segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

É a leveza da alma que comprova a felicidade do espirito

A felicidade está longe de ser comprovada. Nenhum ser humano vai provar, a ciência não tem chance. Não há formula, não há segredo. A felicidade é relativa. Pode ser um prato de comida, um CD, um copo de café. As pessoas possuem diferentes tipos de alegrias, que geralmente estão ligadas a leveza do espirito de cada um. Creio que eu seja mais do que sei, e seja menos do que penso que sou. A felicidade, na minha vida, se resume a acordar as 6 da matina e não reclamar do trabalho. Digo que esse é o meu sonho. Quero trabalhar feliz, não reclamando das longas jornadas de trabalho. Que se a gente gosta, não são longas. Há quem fique feliz por ter comprado uma roupa da Zara, e há quem ache esse tipo de felicidade uma futilidade. Não tiro a razão de nenhuma das pessoas. A felicidade de cada um é do tamanho da sua alma. Corresponde a seus anceios, ao seus sonhos. A gente cresce com essa ideia de que a felicidade é estudar, casar, ter filhos, morar em uma casa com sobrado, ter uma vida certa, etc. E isso é extremamente prejudicial. Não temos que seguir os passos de todo mundo. Ser feliz pode ser, por exemplo, viver viajando, não ter filhos, não querer casar, não querer ser rica. É uma questão de mentalidade. Cada ser humano possui necessidades diferentes. Minha felicidade é uma mistura de coisas pequenas: livros, música, teatro, familia, viagens. Não vou mentir dizendo que vou seguir aquele “caminho normal” que todo mundo segue. Embora eu também queira casar de véu e grinalda e ter filhos, eu não quero viver a rotina que todo mundo pensa em viver. Não quero chegar em casa reclamando do trabalho. Quero ter a alma leve e a mente inquieta.

Texto escrito em 18/11/13

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